TILSJUR – Tradutores e intérpretes de línguas de sinais em contextos jurídicos
  • Participe do III Encontro TILSJUR, nos dias 5 e 6/11

    folder terceiro encontro TILSJUR

    Venha participar do nosso III Encontro do TILSJUR!

    As políticas de tradução e de interpretação desempenham um papel de extrema relevância na promoção da inclusão, na acessibilidade da informação e na garantia dos direitos linguísticos para as pessoas surdas. A discussão acadêmica e profissional sobre as estruturas de gestão que sustentam as políticas de tradução e de interpretação no acesso à justiça é fundamental para compreender como essas práticas se configuram e quais desafios apresentam para todas as pessoas envolvidas. Ao abordar o tema sob múltiplas perspectivas, podemos identificar as nuances que influenciam a elaboração, a implementação e a avaliação dessas políticas.


    Será nos dias 5 e 6 de novembro, das 19h às 21h30, com o tema Políticas de Tradução e de interpretação de Línguas de Sinais no acesso à justiça: práticas, crenças e gestão. Teremos quatro mesas de discussão, que serão transmitidas no nosso canal do Youtube, aberto e gratuito. As inscrições
    ocorrem durante o evento. 

     

     

    PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

    Dia 5/11 – terça-feira

    19h – Mesa de abertura
    Políticas de tradução e de interpretação de LS: Práticas, Crenças e Gestão
    Convidada: Dra. Hanna Beer – (Inclua)
    Mediadora: Prof. Dra. Silvana Aguiar dos Santos (PGET/UFSC-POET/UFC)
    Assista no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=sDhf0IxEJpg

     

    20h – Mesa 1
    Políticas de tradução e de interpretação no Judiciário: pesquisas e práticas profissionais
    Convidadas:
    Ma. Luana Manini (OAB/SP)
    Ma. Mirella Cavalcanti (PPGD/UNICAP)
    Mda. Priscila Araújo (POSTRAD / UnB)
    Mediadora: Mestranda Fabiana Ferreira da Silva (PGET/UFSC)
    Assista no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=mzzZIAd10i8

     

    Dia 6/11 – quarta-feira

    19h – Mesa 2
    Políticas de Tradução e Interpretação e acesso à Justiça: crenças, desafios e conquistas institucionais
    Convidadas:
    Dra. Maria Aparecida L. Caovilla – Ouvidoria da DPE/SC
    Prof. Dra. Priscilla F. Cavalcante (INES)
    Prof. Ma. Alini Cardoso de Albuquerque Alves (IFTO)
    Mediadora: Prof. Dra. Marianne Stumpf (PPGL/UFSC)
    Assista no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=OM3LZ_tCw7s

     

    20h15 – Palestra de encerramento
    Políticas de Tradução e Interpretação de LS: gestão institucional e projeções futuras
    Convidada: Prof. Dra. Valdeny Aragão (UFPI)
    Mediadora: Dra. Hanna Beer (Inclua)
    Assista no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=2VQjgXidFeU

     

    Te esperamos lá!


  • Mesa Temática: O acesso das comunidades surdas à justiça


  • Biblioteca Nacional: Políticas de Tradução de/para/entre Línguas de Sinais


  • III Encontro do TILSJUR


  • TILSJUR e Iniciação Científica


  • Nota pública: Carta Sônia Livre (em Libras)


  • Nota pública: Carta #SoniaLivre

    O Programa de Extensão TILSJUR – Tradutores e intérpretes de línguas de sinais em contextos jurídicos e policiais e o projeto UFSC Acessível, parte do Núcleo de Pesquisa InterTrads e do Departamento de Libras, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desde a sua criação em 2016, luta junto às comunidades surdas para que o acesso à justiça seja oportunizado de maneira equitativa.

    No Brasil, os espaços jurídicos e policiais ainda atendem de forma precária à população surda, algo que viola o direito de expressão daqueles que são sinalizantes, seja da Língua Brasileira de Sinais (Libras) ou outras línguas de sinais de nosso país e estrangeiras. Além disso, há casos de pessoas surdas que tiveram seus direitos de expressão violados, como ocorreu com a Sônia Maria, que, isolada da interação social, sofreu privação linguística.

    Sônia é uma mulher negra, surda e tem mais de 50 anos. Viveu no seu trabalho desde a infância sem condições dignas, não recebia salários ou direitos trabalhistas. Em 2023, por meio de uma operação do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Federal, ela foi libertada do espaço em que se encontrava e a situação vivida por ela foi considerada análoga ao trabalho escravo.

    Ela foi vítima de violações de direitos, dentre eles o direito à dignidade linguística e o direito à educação. Sem ter amigos e sem poder ter sua educação de forma plena, não pode se formar em nível básico ou médio de ensino. O isolamento e a privação linguística a impossibilitaram de aprender a Libras ou qualquer outra língua de sinais.

    A Federação Mundial dos Surdos (WFD, sigla em inglês) tem articulado uma série de elementos com a Organização das Nações Unidas (ONU) para a defesa dos Direitos Humanos das Pessoas Surdas. Dentre eles, está o direito de poder expressar-se em uma língua de sinais e o de conviver com os pares surdos, sendo parte de uma comunidade surda.

    Assim, o Programa de Extensão TILSJUR e o Projeto UFSC Acessível manifestam em conjunto esta Nota pública no intuito de somar esforços para que o Poder Judiciário reconheça a importância da língua, das comunidades surdas e do acesso à justiça como garantias de Direitos Humanos.


  • TILSJUR Informa: Seguro Habitacional


  • TILSJUR Informa: Direitos Trabalhistas


  • TILSJUR Informa: Resgate em Libras